A noite chega, eu olho para o céu procurando por respostas. É como se nesse momento o céu tivesse uma nova dimensão. Eu falo com a lua como se falasse com um ser supremo, como quem desabafa com o próprio Deus. As estrelas representam o que perdi, uma luz que acendeu em minha vida e que se fez distante, e o céu? A imensidão, aquilo que torna isso tudo ainda mais distante.
Eu paro. Observo e me questiono. É como se a noite não fosse mais acabar, as horas parecem ser mais longas, o que eu sinto afinal? Eu sinto que tudo o que fiz, tudo aquilo que vivi não foi suficiente, é como se não tivesse feito minha tarefa como deveria.
E por mais que eu pergunte, a lua não me traz respostas. As estrelas. Ainda as vejo como vejo você. Ainda que distante eu sempre soube que estava lá presente. Hoje eu já não sei, porque esta noite eu olhei para aquela estrela e pensei em você quando fiz um pedido... Eu fiz um pedido a minha estrela, mas ela já não brilha mais.
Eu me surpreendi com tudo o que fiz, eu fiz o melhor que eu pude, mas não sei se foi o melhor de mim, afinal não foi o suficiente.
Os céus parecem estar bem abertos diante de mim quando eu me questiono. Ainda que tenha as respostas que gostaria, só gostaria de entender, pelo menos uma parte dos planos superiores... Ao céu que representa a distância, só gostaria de lembrá-la que não me abala. A essa estrela que não brilha mais, só queria saber: O que foi que eu fiz para conquistá-la? Assim como também, o que foi que eu fiz para afastar você de mim? O que fiz para apagar o seu brilho?
E quanto a mim, eu sei que nesses momentos é preciso reaprender a viver, em tempos como esse você se entrega novamente, assim como passa a aprender a amar novamente, e tempos assim se repetem até se tornarem reais.
Eu paro. Observo e me questiono. É como se a noite não fosse mais acabar, as horas parecem ser mais longas, o que eu sinto afinal? Eu sinto que tudo o que fiz, tudo aquilo que vivi não foi suficiente, é como se não tivesse feito minha tarefa como deveria.
E por mais que eu pergunte, a lua não me traz respostas. As estrelas. Ainda as vejo como vejo você. Ainda que distante eu sempre soube que estava lá presente. Hoje eu já não sei, porque esta noite eu olhei para aquela estrela e pensei em você quando fiz um pedido... Eu fiz um pedido a minha estrela, mas ela já não brilha mais.
Eu me surpreendi com tudo o que fiz, eu fiz o melhor que eu pude, mas não sei se foi o melhor de mim, afinal não foi o suficiente.
Os céus parecem estar bem abertos diante de mim quando eu me questiono. Ainda que tenha as respostas que gostaria, só gostaria de entender, pelo menos uma parte dos planos superiores... Ao céu que representa a distância, só gostaria de lembrá-la que não me abala. A essa estrela que não brilha mais, só queria saber: O que foi que eu fiz para conquistá-la? Assim como também, o que foi que eu fiz para afastar você de mim? O que fiz para apagar o seu brilho?
E quanto a mim, eu sei que nesses momentos é preciso reaprender a viver, em tempos como esse você se entrega novamente, assim como passa a aprender a amar novamente, e tempos assim se repetem até se tornarem reais.
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