terça-feira, 11 de março de 2014

2012 II

Certa noite enquanto olhava as estrelas,
Resolvi dar nome a uma delas;
Eu quis chamá-la de futuro.
Depois de ter visto o brilho do futuro nos seus olhos.

Eu pude sentir o futuro próximo de mim.
Pude ver que você era como o vento,
Sem vê-lo, somente sentindo assim:
Tão longe e tão perto; Tudo ao mesmo tempo.

Seu rosto trazia marcas,
Traços que o tempo dizia serem histórias,
Histórias que você chama de experiência,
Que pra mim surgiram de uma coincidência.

Histórias que com você quero recontar,
Uma história que se não fosse minha, nem acreditaria.
De uma pessoa que por acaso conheci
E que se hoje não existisse, eu inventaria!

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